A lingerie é um detalhe de outro tempo — cinta-liga, meias sete oitavos, luvas longas e rendas que desenham o corpo como se ele fosse uma escultura.
Nude e preto se misturam, criando um contraste delicado entre pureza e provocação.
Ela se move devagar.
O toque não é pressa, é ritual.
Cada peça retirada parece uma despedida sussurrada — o som leve do tecido, o deslizar do elástico, o brilho breve da pele que surge.
Não há pressa, apenas a cadência natural de quem sabe que o verdadeiro poder está na pausa.
Quando o último tecido cai, o silêncio diz o resto.
O corpo não precisa de adornos.
É o momento em que a beleza se torna presença, e o olhar, entrega.
Um vídeo sobre elegância, gesto e liberdade — onde o despir é arte e o nu é apenas consequência.