É um sábado ensolarado, raios dourados invadindo o quarto do motel e aquecendo os lençóis brancos da cama king. Eu, o corno, convidei meu amigo policial — alto, forte, corpo malhado. Ele chega, toma um banho rápido e já sai nu, pau grosso ereto.
Minha hotwife safada, de vestido vermelho curtinho sem nada por baixo, cai de joelhos na hora. Pega aquela rola veiuda e chupa com fome, olhos brilhando enquanto engole fundo. Ele geme grave, mão no cabelo dela.
Logo estamos na cama. Ela de pernas abertas, buceta molhada reluzindo ao sol. O policial mete primeiro, forte e fundo, fazendo-a gritar. Enquanto ele come, ela vira pra mim e chupa meu pau inteiro, baba escorrendo.
Trocamos: eu entro na buceta sedenta dela, sentindo-a pulsar, enquanto ela mama ele com avidez, limpando o próprio mel. Trocamos de novo, ritmo frenético — estocadas potentes, gemidos altos, cama rangendo. Ela sempre com uma rola na boca, sugando sem parar.
Ela goza forte, corpo tremendo. Nós continuamos, suados,