Imagina a cena: acabamos de sair da Inner, já no final da madrugada, e estamos indo a pé até o carro. De repente, um HB20 começa a nos seguir… bem devagar, coladinho na gente.
O cara passa do nosso lado, dá uma olhada de canto pra minha bunda que estava completamente de fora, não fala nada, mas uns 30 metros à frente ele para o carro e fica nos esperando.
Quando passamos por ele, o safado engata a marcha e vem acompanhando do nosso lado, no passo da gente. Janela aberta, ele já começa:
“Caralho, que mulher irresistível… essa bunda tá querendo pra ser comida.”
Tudo que um corno manso ama ouvir. O Nei nem pestanejou:
“Pode passar a mão, fica à vontade.”
Eu já virei de costas, empinei bem gostoso e deixei a bunda totalmente exposta pro desconhecido. Ele encostou o carro no meio-fio, desceu o vidro todo e começou a alisar, apertar, gemer no meu ouvido querendo provar. Eu já estava ensopada.
Ele parou numa rua deserta ali perto. Entrei no ban