Naquela noite fomos para a Inner Club, era aniversário da casa e estava lotada, com fila enorme para entrar. O clima já me deixou excitada, porque eu sabia que ia ser intenso. Quando entramos, chamei o meu corno para passear comigo no labirinto, mas estava tão cheio que mal dava para andar.
Ele, manso como sempre, sugeriu que fôssemos para a sala coletiva, e eu aceitei.
Sentei no sofá com ele, começamos a nos beijar, e logo apareceu um casal que se aproximou de nós. O macho não perdeu tempo: tirou o pau para fora e começou a se punhetar bem perto da minha boca. Meu marido, excitado, me pegou pelos cabelos e empurrou a minha cabeça na direção daquela rola latejando.
Antes de abocanhar, virei para o corno e avisei: “Não é para você interagir com a mulher dele.” Eu sempre lembro ao corno que ele é apenas o manso, não pode tocar em outras mulheres.
Enquanto isso, o manso e o macho conversavam, trocando frases sobre como era viver esse estilo de vida. Falaram de