Como de costume, o Nei caprichou na minha depilação lisinha e fomos direto para a região do Ipiranga encontrar um seguidor que a gente flertava no Telegram há mais de um ano.
Rolou alguns desencontros que adiaram esse momento, mas ele nunca deixou o papo esfriar. Até que finalmente marcamos… e, puta que pariu, foi uma delícia do começo ao fim.
Começamos num barzinho gostoso ali perto: 1h30 de conversa solta, drinks na medida, porções pra dividir, risadas. Falamos de tudo: como entramos no swing, família, filhos, as intrigas que rolam em qualquer rolê (inclusive no liberal), o que me deixa louca num homem… o clima foi esquentando devagar, olhares, toques discretos, até combinarmos direitinho como entraríamos no motel sem chamar atenção.
Partimos para o Motel Faraós, ali na Via Anchieta. Caralho, que lugar! Espelhos por todos os lados, teto, paredes, até ângulos impossíveis. Perfeito pra quem curte se ver fodendo de mil jeitos… mas um inferno pra quem grava sem mostrar o rosto.