Eu me chamo Bruna (mas no dia a dia sou só a “mulher discreta do Nei”). Quem me vê na fila do mercado, de saia longa e blusa comportada, nunca imagina que, poucas horas antes, eu estava de quatro no sofá da sala, com a buceta escorrendo enquanto um macho desconhecido lambia meu clitóris e meu marido, com o pau cheio de fios de nylon devido a uma cirurgia, assistia tudo babando.
Tudo começou com uma brincadeira no WhatsApp que virou convite real. O , vamos chamá-lo de Lucas — mandou mensagem depois de ver um stories meu bem inocente.
“Hã? O convite ainda tá de pé?” Eu respondi com o emoji de berinjela e um “”. Meu coração já acelerou. O Nei, do meu lado, leu e sorriu aquele sorriso de corno manso que eu amo: “Você tá molhada só de imaginar, né?”
Ele foi até nosso apartamento. Lucas chegou, ao abrirmos a porta, vimos uma pessoa atraente, com corpo bem cuidado, peito definido, cheiro de homem que faz academia todo dia. Eu já estava úmida só de esperar por ele. O Nei apertou minha